quinta-feira, 25 de junho de 2009

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Era uma vez...

Era uma vez uma menina que se guiava pela razão e um menino que só ouvia o coração. A menina passava os dias agarrada à sua agenda a planear o que faria no dia seguinte e a imaginar como seria se não existissem horas, minutos, horários a cumprir... O menino passava os seus dias a sonhar, a rir e a olhar para o céu com olhos de criança e coração que voava alto como um passarinho.

Conheceram-se. Trocaram olhares, sorrisos. Compreenderam-se e criaram ali, naquele momento, uma amizade tão profunda que nem a razão dela e muito menos o coração dele poderiam separar, nunca.
Um dia, ele chamou-a e disse-lhe que lhe queria mostrar uma coisa. Deram as mãos e ela correu atrás dele até não poderem mais. Tinham chegado ao cimo de um monte, onde se podia ver a melhor paisagem de todas. O mar, ao fundo, cumprimentava-os a cada onda e as nuvens sorriam sem tapar o Sol, o rei de toda a paisagem, que os iluminava e lhes aquecia o coração. Olharam nos olhos um do outro e sorriram. Ela sentiu o coração a bater muito depressa, como nunca havia sentido. Ele abraçou-a e ficaram ali. Esqueceram as horas, os minutos e os horários a cumprir. Sonharam, trocaram olhares, sorriram e, acima de tudo, foram felizes...



quarta-feira, 10 de junho de 2009

Despedida?


Senti o coração apertado. A querer saltar-me do peito e agarrar-vos. Senti como se não houvesse amanhã. Como se fosse realmente a última vez que estávamos ali, todos juntos, orgulhosos daquilo que conseguimos atingir nestes anos e ansiosos pelo futuro.
Se chorei? Claro que chorei. Se não tivesse chorado não seria eu. Se calhar foi porque o coração queria sair do peito e abraçar-vos e eu não o deixei. As lágrimas correram durante o resto do dia com medo de que não pudessem voltar a correr com vocês ali ao lado para as segurarem. Foi tudo tão bom! (Vá, nem tudo, mas nestes momentos quem se consegue lembrar das coisas menos boas?)
Neste momentos, só quero agradecer-vos por tudo, pelos momentos e pelas alegrias repletas de gargalhadas e sorrisos cúmplices. Pela melhor viagem e pelo melhor baile, pela companhia que fomos uns para os outros, pelas amizades que tenho guardadas no coração que não vai saltar do peito porque vos tem a todos cá dentro aconchegados.

Chorei na "despedida"... Mas porquê? Afinal na segunda estávamos lá outra vez a rir, a reviver momentos e a escrever dedicatórias malucas. Não foi a despedida. Mas ouvi dizer que para a próxima é que é a sério...



Adoro-vos!