sábado, 26 de dezembro de 2009

Príncipes e Princesas

Estou cansada de esperar. Estou cansada de lutar. Dizem-me que há sempre uma luz, por mais pequena que seja mas para mim está tudo muito escuro. Não quero ser pessimista. Eu não sou assim… Continuo a acreditar que o príncipe vai chegar, mas talvez não seja quem eu estou à espera. Talvez não sejas tu, afinal de contas. Só queria saber…

"Waiting is painful. Forgetting is painful. But not knowing which to do is the worst kind of suffering."


Penso e repenso no que sou, no que fui, no que me tornei. Sei que continuo a mesma rapariga ingénua, que acredita que o seu príncipe encantado vai chegar e a vai acordar do sono encantado e vão ser felizes para sempre. Acredito no amor à primeira vista. Acredito no amor para sempre. Acredito no amor verdadeiro.
Acredito em contos de fadas, em histórias com final feliz, num mundo cheio de coisas boas.

Sou uma criança num mundo de adultos. Querem que eu cresça, mas para quê? Para eles tudo é um jogo. Pensam que podem fazer das pessoas peças de xadrez e quando não querem jogar mais arrumam-nas num canto. Pensam-se importantes, donos de si próprios, mas não são mais do que escravos de si próprios num mundo que impõe cada vez mais o que cada um deve ser.
Eu acredito que não tem de ser assim. Recuso-me a deixar de acreditar nisto. Para mim isto não é um jogo em que se perde ou se ganha!







Vou continuar à espera do meu príncipe.


E quer ele venha, quer não venha, pelo menos mantive-me fiel ao que sou.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Because it's Christmas...


A melhor cena do melhor filme de Natal de sempre...



Um óptimo Natal para todos!

domingo, 13 de dezembro de 2009

Solidão

As luzes apagaram-se e o pano fechou. Acabou. A escuridão começa a envolver-me e as lágrimas correm-me pela cara. Sinto-me sozinha e já não se ouve ninguém do outro lado. O meu coração bate acelerado e tudo à minha volta começa a girar, muito depressa. Já não sei onde estou, quem sou, para que estou aqui. Quero fugir da escuridão, da solidão, mas não me consigo mover. Sinto-me paralisada e sem forças nem para me salvar. O meu coração diz-me para correr para um palco com mais luz, mais alegria, simplicidade, mas eu não consigo. Estou presa na escuridão e preciso de ajuda para sair deste buraco. Abro a boca para berrar mas o som perde-se no vazio. Abre-se um buraco no fundo do palco. Será que vou finalmente sair daqui? Caio. Uma queda que parece não ter fim. A escuridão permanece e o frio intensifica-se. Fecho os olhos e desisto de tentar lutar. Acabou…



Abro os olhos e desperto, com frio e lágrimas nos olhos. Foi só um pesadelo…

As luzes apagaram-se e o pano pode mesmo ter fechado.

Mas o espectáculo ainda não acabou…

terça-feira, 3 de novembro de 2009

There's something I should tell you...

Aqui estou eu, morta de cansaço, mas sem conseguir fechar os olhos. Não quero voltar a sonhar com coisas que me enchem de esperança e falsa alegria... Estou cansada de viver nestas ilusões! Quero estar contigo e dizer-te o que sinto, mas esta estúpida "timidez" faz de mim ainda mais estúpida!
Não aguento mais! Quero gritar, correr, cantar e dançar e mostrar o que se passa na minha cabeça, no meu coração. Quero voar sem ter medo de cair porque sei que tenho alguém para me amparar. Quero dizer o que penso sem me preocupar com a censura. Quero estar contigo, fechar os olhos e deixar-me guiar pelos teus passos de dança...
As vidas complicam-se, o mundo à nossa volta complica-se a cada dia e não podemos mudar isso... mas podemos descomplicar-nos e viver cada dia como se fosse o último.

Dá-me a mão...
Queres aproveitar o dia de hoje?





sábado, 15 de agosto de 2009


"When I dance I make it happen..."



segunda-feira, 20 de julho de 2009

Sorriso

Olhaste para mim e esperaste o meu sorriso. Mas eu não sorri. Não queria que achasses que o meu sorriso já era algo garantido. Tudo se ganha aos poucos, sabes? E tu tens de ganhar o meu sorriso. Não é difícil. Principalmente quando é algo que eu dou com tanta facilidade. Talvez até com demasiada facilidade. Na verdade, a única coisa que eu quero realmente é sentir-te mais perto de mim, sem pensar que cada sorriso é ignorado.

Estou cansada de dar pequenos passos sozinha.
Queres acompanhar-me?


quinta-feira, 2 de julho de 2009

"How do you measure a year in the life?"

"In daylights, in sunsets,
In midnights, in cups of coffee.
In inches, in miles, in laughter, in strife."

Em dias passados no cine-teatro, em tardes a passear nos chineses, em noites no teatro da avenida, em viagens de comboio, em estalos e pedidos de desculpas encenados, em estações do metro, em dias de praia, em quantidade de chuva que nos molha apesar das toalhas na cabeça, em beijos molhados e salgados (em troca de um doce), em noites de karaoke, em tardes de poker e piscina, em bolos de chocolate a dizer "Chiclet", em mensagens enviadas e recebidas, em músicas cantadas a plenos pulmões avenida acima, em lágrimas e abraços, em maquilhagem e purpurinas...

Em sorrisos, gargalhadas e corações muito felizes e muito quentes.



Porque simplesmente vos adoro do fundo do coração!


"It's time now, to sing out
Though the story never ends
Let's celebrate
Remember a year in the life of friends."

quinta-feira, 25 de junho de 2009

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Era uma vez...

Era uma vez uma menina que se guiava pela razão e um menino que só ouvia o coração. A menina passava os dias agarrada à sua agenda a planear o que faria no dia seguinte e a imaginar como seria se não existissem horas, minutos, horários a cumprir... O menino passava os seus dias a sonhar, a rir e a olhar para o céu com olhos de criança e coração que voava alto como um passarinho.

Conheceram-se. Trocaram olhares, sorrisos. Compreenderam-se e criaram ali, naquele momento, uma amizade tão profunda que nem a razão dela e muito menos o coração dele poderiam separar, nunca.
Um dia, ele chamou-a e disse-lhe que lhe queria mostrar uma coisa. Deram as mãos e ela correu atrás dele até não poderem mais. Tinham chegado ao cimo de um monte, onde se podia ver a melhor paisagem de todas. O mar, ao fundo, cumprimentava-os a cada onda e as nuvens sorriam sem tapar o Sol, o rei de toda a paisagem, que os iluminava e lhes aquecia o coração. Olharam nos olhos um do outro e sorriram. Ela sentiu o coração a bater muito depressa, como nunca havia sentido. Ele abraçou-a e ficaram ali. Esqueceram as horas, os minutos e os horários a cumprir. Sonharam, trocaram olhares, sorriram e, acima de tudo, foram felizes...



quarta-feira, 10 de junho de 2009

Despedida?


Senti o coração apertado. A querer saltar-me do peito e agarrar-vos. Senti como se não houvesse amanhã. Como se fosse realmente a última vez que estávamos ali, todos juntos, orgulhosos daquilo que conseguimos atingir nestes anos e ansiosos pelo futuro.
Se chorei? Claro que chorei. Se não tivesse chorado não seria eu. Se calhar foi porque o coração queria sair do peito e abraçar-vos e eu não o deixei. As lágrimas correram durante o resto do dia com medo de que não pudessem voltar a correr com vocês ali ao lado para as segurarem. Foi tudo tão bom! (Vá, nem tudo, mas nestes momentos quem se consegue lembrar das coisas menos boas?)
Neste momentos, só quero agradecer-vos por tudo, pelos momentos e pelas alegrias repletas de gargalhadas e sorrisos cúmplices. Pela melhor viagem e pelo melhor baile, pela companhia que fomos uns para os outros, pelas amizades que tenho guardadas no coração que não vai saltar do peito porque vos tem a todos cá dentro aconchegados.

Chorei na "despedida"... Mas porquê? Afinal na segunda estávamos lá outra vez a rir, a reviver momentos e a escrever dedicatórias malucas. Não foi a despedida. Mas ouvi dizer que para a próxima é que é a sério...



Adoro-vos!


quarta-feira, 27 de maio de 2009

Sonhei...

Sonhei contigo... É tão estranho como a sonhar podemos ser tão felizes. A sonhar só ouço o que quero ouvir (ou o que o meu subconsciente quer dizer, diriam alguns). A sonhar sou quem quero ser e não o que os outros fazem de mim.
Acordei e suspirei, não de alívio, mas resignada àquilo que os outros pensam de mim. Afinal foi um sonho... Porque é que tenho de me preocupar com assuntos que não preocupam mais ninguém à minha volta? Tudo poderia ser tão mais simples...

Hoje não vou esperar pela noite para sonhar contigo. Vou fechar os olhos e esvaziar-me de pensamentos de insegurança. Vou deixar cair mais lágrimas de alegria do que lágrimas de tristeza e saudade do que foi e não voltará a ser. Hoje vou ser eu. Vou dançar com os meus sonhos e preencher o meu palco de pessoas que gostam de mim pelo que sou. Pessoas com as mesmas preocupações, talvez. Caminhos diferentes, é certo, mas com um mesmo objectivo final: a felicidade! Não é isto afinal que todos procuramos?


quinta-feira, 14 de maio de 2009

Horizonte


Caminho a passos largos e apressados em direcção ao horizonte. O meu olhar perde-se naquela linha, lá ao longe. Não sei o que estará para além dela, o que verei, o que conhecerei quando a ultrapassar, mas sei que não vou cair no infinito, porque, afinal de contas, já todos sabemos que a Terra é redonda. Também não haverá nem Adamastores, nem Mostrengos, nem nenhuma outra criatura das profundezas, para afundar o meu navio, construído com madeira e velas de sonhos e que navega com o esforço do meu sopro.
Sorrio, porque sei que vou lá chegar, brevemente. Não sei, exactamente, para onde vou nem o que me espera, mas anseio conhecer um Novo Mundo, novas pessoas, novas vidas...

Mas os amigos de hoje, os amigos do lado de cá do horizonte, esses serão amigos de sempre e para sempre:
"Because I knew you, I have been changed for good!"



sábado, 2 de maio de 2009

"O Andaime"

"O tempo que eu hei sonhado
Quantos anos foi de vida!
Ah, quanto do meu passado
Foi só a vida mentida
De um futuro imaginado!

(...)

Gastei tudo que não tinha.
Sou mais velho do que sou.
A ilusão, que me mantinha,
Só no palco era rainha:
Despiu-se, e o reino acabou.

Leve som das águas lentas,
Gulosas da margem ida,
Que lembranças sonolentas
De esperanças nevoentas!
Que sonhos o sonho e a vida!

Que fiz de mim? Encontrei-me
Quando estava já perdido.
Impaciente deixei-me
Como a um louco que teime
No que lhe foi desmentido.

Som morto das águas mansas
Que correm por ter que ser,
Leva não só lembranças —
Mortas, porque hão-de morrer.

Sou já o morto futuro.
Só um sonho me liga a mim —
O sonho atrasado e obscuro
Do que eu devera ser — muro
Do meu deserto jardim.

Ondas passadas, levai-me
Para o alvido do mar!
Ao que não serei legai-me,
Que cerquei com um andaime
A casa por fabricar."

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Crise de Identidade

Sempre gostei de ser diferente. Orgulhava-me de escrever com a mão esquerda e adorava vestir-me de forma original. Aborrecia-me ter um nome tão comum e repetido. Queria ser diferente, original, única! Como poderia alguém querer ser normal, quando havia a oportunidade de ser diferente, marcar de alguma forma a vida das outras pessoas e justificar, assim, a sua existência? Porque quereria alguém ser igual a todos os outros? Fazer o que os outros fazem? Ser como os outros?
Sempre me orgulhei de conseguir conciliar dois mundos tão diferentes e, ao mesmo tempo, tão importantes para mim.
Por um lado, a dança, o teatro, a música, os dias na academia, os sábados, as saladas e as batatas fritas, os amigos, os ensaios e os espectáculos...
Por outro lado, a escola, as semanas de aulas repletas de testes a ansiar pelo fim-de-semana e pelas tardes livres, as guerras de balões de água, os amigos de infância (ou quase), os trabalhos de grupo, as tentativas de estudar em grupo, os desabafos.
Mas a verdade é que chegamos a um ponto em que repensamos tudo o que fizemos (e o que não fizemos) e pergunto-me, agora, se valerá a pena continuar, se será realmente tão bom ser diferente. Olho à minha volta e já não consigo distinguir as vantagens de não ser igual aos outros.
Pergunto-me se valerão a pena as dificuldades, as privações, as críticas (mesmo que estas se tornem elogios depois de muito trabalho), o cansaço, os momentos maus, o suor e as lágrimas que teimam em cair.
É verdade que a recompensa não poderia ser melhor. Graças a isto tive alguns dos melhores momentos da minha vida e fiz amigos fantásticos. E, realmente, o palco é o lugar onde me sinto em casa, mas...
Reconheço as minhas limitações e os meus fracassos, mas não quero ficar por aqui. Só que já não sei o que fazer. Estou tão perdida...

Será que é este o caminho ou estarei a seguir a direcção errada (ou será o sentido) ? Como poderei saber?





domingo, 19 de abril de 2009

I want to find my way

"Todos somos chamados pelo menos uma vez, a desempenhar um papel que nos supera. É nesse momento que justificamos o resto da vida, perdida no desempenho de pequenos papéis indignos do que somos."
Luis de Sttau Monteiro em Felizmente Há Luar



Estou cansada de representar pequenos papéis na vida. Quero ser chamada a desempenhar um papel que me supere. Quero descobrir o meu papel. Quero fazer a diferença. Não quero ser "só mais uma". Só mais uma pessoa perdida, à procura do seu rumo. Quero provar que consigo ser mais e melhor. Mas preciso de vocês...




"You helped me find my way
There's still so much to learn
So many dreams to earn
But even if I crash and burn ten times a day

I think I'm here to stay
I'm gonna find my way
!"

Legally Blonde, The Musical

terça-feira, 14 de abril de 2009

Sonhar...


"Eu tenho uma espécie de dever,
de dever de sonhar,
de sonhar sempre,
pois sendo mais do que um espectador de mim mesmo,
Eu tenho que ter o melhor espectáculo que posso.
E assim me construo, a ouro e sedas,
em salas supostas, invento palco,
cenário para viver o meu sonho
entre luzes brandas e músicas invisíveis."

Fernando Pessoa





domingo, 12 de abril de 2009

De volta à rotina, brevemente...

O despertador tocou e, muito lentamente, como se quisesse terminar o sonho que ainda estava a ter, abri os olhos, sai de debaixo dos lençóis e levantei-me. Estiquei as pernas, os braços, rodei o pescoço e os ombros e dirigi-me à casa-de-banho. Vesti-me a correr. "Despacha-te ou vou-me embora sem ti!", ouvi o pai gritar. Sem tempo para nada mais demorado, peguei no meu iogurte e sai a correr em direcção ao carro. "Para a próxima vais de comboio!" Habituada a este comentário, encolhi os ombros e sentei-me, confortavelmente.
Começa mais um dia de aulas, com sumários, fichas, testes... E quando finalmente se ouve o toque de saída, esboço um sorriso, atiro livros e cadernos para dentro do saco e volto para casa, talvez com uma paragem pelo cominho para lanchar. O dia passa, mais depressa ou mais devagar, com a esperança de que amanhã tudo será melhor.
Mas os amigos, esses ficarão sempre comigo, sempre da mesma forma alegre e descontraída e, então, poderemos ser crianças até ao anoitecer... Vamos rir, brincar, ser felizes à nossa maneira! E quando chegar a hora, deitamo-nos e sonhamos com o mundo perfeito, o conto de fadas e a princesa no topo da torre mais alta à espera do seu príncipe encantado.





(De volta à rotina, muito em breve...)


sexta-feira, 3 de abril de 2009

Dança

Entrei devagarinho e sentei-me no banco que estava do outro lado do espelho, naquela grande sala. A música tocava, ora lenta, ora mais acelerada, e tu dançavas. Nem te deste conta que eu cheguei... Como te percebo...
Não era só o teu corpo que dançava. Os teus olhos, a tua expressão, toda a tua alma se movia ao ritmo daquela música. Podia-se ver perfeitamente que estavas no teu mundo e que nada nem ninguém te poderiam perturbar. E é isso que torna a dança tão essencial, para ti, para mim, e mesmo para aqueles que se dizem "pés de chumbo". Esse cantinho especial que nos toca profundamente e que nos faz sentir mais leves, mais felizes, mais livres!
A música acabou, mas tu continuaste. Nem aquela última nota terminou o teu momento, porque, afinal de contas, ainda não estavas preparada para ir para casa, enfrentar mais um dia de chatices e aborrecimentos, mais uma semana de estudo e testes atrás de testes... Faltava mais um bocadinho, só mais uns minutos ali e já irias mais bem-disposta, com um sorriso na cara, como se tivesses acabado de sair do mais maravilhoso spa do mundo.
Esticaste o braço e agarraste a estrela mais brilhante (eu sei que sim...). E, por fim, ajoelhaste-te com o sorriso mais bonito e sincero.
É tão bom podermos ser crianças outra vez quando dançamos. Viver uma história maravilhosa e voar, mesmo que todos nos digam que não é possível e que temos é de crescer, enfrentar a realidade e deixar-nos destas coisas.





“When I was about 14 or 15, I discovered dancing. I was so in love… To dance was this flight, this intoxication, this moving through colours, reds and blues and greens… It was like my soul sweated out of every pore of my body and I was larger in myself on stage because I wasn’t just this. And I felt like if I could take all of that and put it in my dance, and there was just one person who got this thing that we are, it was worth it…”

do filme One Last Dance

quarta-feira, 1 de abril de 2009

O palco...

Apesar de estar de férias não tenho tido muito tempo por isso vou postar um texto que já fiz há algum tempo:

O palco... o lugar onde tudo acontece. As luzes, a plateia, o cenário, o arrepio antes de entrar. Tudo faz parte do maravilhoso mundo do espectáculo!
Depois, vem a alegria de estar em palco, a sensação de que fazemos parte daquele mundo de fantasia e cor onde tudo parece perfeito. A dor está lá, é verdade. Mas já não é sentida. A adrenalina é tão grande que por maior que a dor seja desaparece, dando lugar ao puro desejo de que aquele momento não mais acabe. O palco não é mais um estrado de madeira. Ganha vida e revela um mundo único e fantástico!
O espectáculo não é fictício, não é sonho. É feito de sentimentos reais de pessoas que se tornam reais durante aquele momento.



Fiquem bem =)

sábado, 28 de março de 2009

O início...

Já há algum tempo que pensava em criar um blog... Mas acontece sempre alguma coisa: testes, trabalhos, falta de tempo, falta de vontade, etc.
No entanto, hoje decidi-me! Ainda não sei bem o que vai sair daqui, mas sinto que preciso deste espaço, de dar este bocadinho de mim que quer sair e ser partilhado com os outros. As coisas boas e também as menos boas têm o direito e o dever de serem partilhadas e é por isso que eu quero estar aqui.

Só para começar:


Espero que apreciem tanto como eu!